domingo, 20 de outubro de 2013

O garoto que disse que nunca voltaria atrás... mas voltou.

Ok, eu sempre volto. Quem disse que voltar atrás não é uma escolha? As pessoas sempre pensam que seguir adiante é um novo começo, mas e olhar pra trás e ver que o que estava lá é melhor do que o que está aqui? Não podemos desconsiderar o passado apenas para dar chance ao presente, há de aprender com os nossos erros, há de voltar atrás em certas decisões para tomar as certas mais pra frente - ou as erradas, afinal, o mesmo erro - ou outro erro - sempre pode ocorrer.
Num lugar onde o certo ou errado entra em contradição, cometer o erro duas vezes não é burrice. Se apaixonar ou voltar atrás estão nesses erros também.
Já dizia um certo cara: "nem tudo são rosas", mas e se você não gostar de rosas? A obrigatoriedade dessa frase é tão grande que me faz repensar em certas coisas discutidas em seu dia-a-dia. Hoje em dia nem opinião própria faz sentido quanto mais erros? O que levaria uma pessoa a dizer a ela mesma que não cometeria o erro outra vez? O futuro a quem pertence? Jogar os erros nas mãos de forças superiores é muito fácil, o difícil mesmo é tentar dialogar com eles e ver quem está errado: você ou seus erros. Meio contraditório não? Pois bem, que comete erros é você, então na maioria das vezes - e não sempre - quem está errado é você.

Você está errado por apenas não querer voltar atrás em certas falas, errado em tentar fazer tudo dar certo na chance de tentar fazer alguma coisa de bom pra você e seus próximos quando na verdade tudo isso não passa de erros e nisso volta todo aquele ciclo de que "eu não volto atrás, essa é a minha decisão". Meu jovem, não foi você mesmo que disse, há dois minutos, que aquela era a sua decisão? Erros são tão superficiais, vamos brincar com eles, vamos voltar atrás, vamos dizer 'oi' pro passado novamente. Dê as mãos a ele e diga: hoje sou eu que dito as regras.

Ah, mas se tudo fosse tão fácil assim...

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Sobre once, once, once yeah-ah...

Depois de recuperar meu notebook na assistência e ver que ele está em perfeito estado eis que aparece eu aqui de novo para contemplar certas devaneios. Mas isso foi só uma introduçãozinha ridícula pra falar que demorei mas cheguei e vou partir pra um novo texto

E quando tudo parecia desmoronar surgiu você. E eu pensando que tudo poderia ter sido quebrado como porcelana chinesa ao chão. Na verdade ela caiu e eu ainda estou aqui desmoronado pegando cada caco desse objeto sem fim no meu chão amadeirado - que por pior (ou melhor) que pareça, ainda tem o seu cheiro. E não basta ainda ter que conversar com uma página em branco ainda tem que ter o seu olhar inscrito nela. Te desenho como se fosse luz ao vento, não te enxergo, mas te sinto. É como brisa de maré alta sabe? Quando ela está tocando os seus pés, congelando a superfície de seus dedos e aquela brisa sobe em seus cabelos parcialmente molhados ainda do mergulho de sangue que você fez me dar.
Mas é engraçado como o Mundo dá voltas né? Hoje eu terminei de pegar todos os cacos, tirei a minha cadeira da frente do mar e agora eu só vejo a cidade de pedra. Pra que me aventurar em ondas se eu posso ficar no sereno e calmo lago de pedra? Eu posso afirmar pra você com todas as letras que ainda dói tudo o que você me fez passar, mas deixamos tudo isso de lado e conversamos como velhos e bons amigos. Um dia você acreditou que tudo isso não passaria de mentiras jogadas ao vento? Por que pra você pareceu muito fácil dizer 'eu gosto de você' quando na verdade o seu pensamento era outro. Deveria eu ter acreditado em todas essas palavras jogadas no ar? Acho que só toquei o chão novamente quando eu percebi que as suas palavras não voavam. Elas apenas ficaram em volta de mim rindo como se fossem apenas a sociedade opressora do século XXI. Diria que está mais pra outro século o nosso amor, mas você é muito atual pra esse tipo de coisa. Digo coisa em sentido físico mesmo, de carne com carne se esfarelando ao chão frio da meia noite. Posso estar apenas filosofando por duas semanas, mas digo e repito: não foram apenas duas semanas. Durou a eternidade.

E como uma velha amiga minha disse: I'm only gonna let you kill me once.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Amor, Desamor, Transa. No que acreditar?

E sinceramente, eu já estava desistindo de encontrar alguém para passar o resto da vida. Não o resto da vida, mas pelo menos uma boa parte dela.
Desacreditei várias vezes na minha própria pessoa quando o assunto se tratava de amor. Nada me atrai, ninguém se identifica, só rola uma conversa, um olhar, um beijo, uma transa e nada mais. Depois você olha pra pessoa e não reconhece mais o olhar carinhoso dela da primeira vista. Acho que hoje os relacionamentos estão muito substanciais e artificiais me deixando aflito com o Mundo. Será que as pessoas cansaram de ter alguém? Um relacionamento passou a ser motivo de piada entre as rodas de amigos? "Perdemos mais um soldado"! Será que a vida é tudo isso mesmo? 
Ok. Eu gosto de festas, gosto desse ambiente, mas eu não penso SOMENTE nisso. Há mais coisas a se pensar, há um futuro a planejar, não dá pra passar cada ano e você apenas 'somar' a sua idade. Amadurecer é um processo que deveria estar dentro de todo o ser humano, mas vejo nas ruas pessoas de 60 anos se comportando como uma criança de dez, vice-versa e etc. Ok, eu posso estar exagerando, posso estar enganado, mas só no futuro eu vou enxergar o meu erro. Deixe-me ser livre enquanto posso, deixe-me amar enquanto ainda tenho tempo e enquanto ainda estiver fluindo sangue em minhas veias.

Não importa, vai estar lá. O cheiro no vem de longe...

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sobre ciúmes e a frieza de um garoto...

Acordei hoje meio sonolento e ainda por cima sem vontade nenhuma de ir na aula. Ok, eu fui, mas certos acontecimentos, logo na parte da manhã, já decidiram o meu resto do dia pra valer.

Eu quero falar sobre ciúmes hoje, porém vai ser um pouco difícil, pois não consigo entender esse sentimento e coisas que normalmente eu não entendo eu não consigo explicar, nem na minha própria cabeça muito menos em um blog.
Prometo tentar...

Primeiramente, para haver ciúmes tem de ter amor, mas aí já começa a primeira incógnita: se você ama, você confia, pois, na minha opinião, para ter amor tem que ter primeiro confiança. Isso é básico pra mim! Então, já que com a confiança veio o amor pra quê o ciúmes? Por isso que já começa a dar um nó na minha cabeça! Não dá pra entender de forma alguma.

Esses dias eu fui pego por esse sentimento - não, não eu + ciúmes + alguém - e sim, alguém + ciúmes + eu e me deixa nervoso isso! Não dá pra você parar de viver a sua vida por causa de um sentimento que você não entende. Lembram do outro post? Falso, mascarado e etc? Pois bem, isso não faz sentido algum pra mim e quando digo "isso" é o sentimento em sim para comigo! Eu estou meio revoltado escrevendo esse texto e isso me deixa bastante cansado e triste. Cansado por que eu tenho muitas preocupações nas costas já e triste por que vem de uma pessoa que eu daria a vida! O pior de tudo nessa história é que a nossa comunicação já não vem sendo feita de forma harmônica há semanas e pra mim não fez diferença alguma.

Ok, posso estar sendo um pouco frio nessa jogada, mas é o meu mecanismo de defesa!

Já disse, reconhecimento pra mim é amor próprio.

domingo, 22 de setembro de 2013

Sobre o "falto, mentiroso e mascarado" e o seu eterno sono.

"Falso. Mentiroso. Devagar a máscara vai caindo..."

O pior de tudo é que eu tive que ler isso mais de uma vez pra acreditar de quem estava saindo. Não dá pra imaginar que toda relação fraternal seja perfeita, tem seus altos e baixos, porém garanto que o meu está num nível abaixo do abismo.
Esse aperto no coração ao ler uma coisa dessa me deixa intrigado, com raiva, nervoso... tão nervoso que me faz buscar velhos hábitos para que relaxe em alto e bom som. Não tá sendo muito fácil para mim, dormir tarde, escrever textos, estudar, ler certas opiniões, ouvir certas opiniões e ainda por cima sair ileso disso tudo. A cada palavra que escrevo, cada gesto que faço, cada palavra ouvida e lida martela sua alma. Opiniões tinham de ser feitas por trabalhadores, tipo psicanálise da opinião. É quase 3 horas e eu estou deitado na minha cama, ouvindo o barulho do ventilador, massageando meu ego e tendo então que aturar certas represálias de sua própria fraternidade.

Eu sempre achei que poderia fazer textos e sentimentos longos, mas do que anda acontecendo, parece que a vida anda cheia de martelos, pregos, chave de fenda, etc...
E é por isso mesmo que decido me deitar, desligar o meu computador e por a cabeça no meu travesseiro. Não digo literalmente, mas digo isso no campo da metafísica. Deixar que os pensamentos fluem em direção ao horizonte!

E hoje eu decidi encurtar o meu sono e o meu texto. Na verdade eu só precisava de alguém
para conversar sobre a vida. Alguém mudo mesmo.

As vezes não sou seu príncipe, prefiro ser chamado de sapo do que jogar a utópica perfeição na cara dos outros.

Sobre o menino que usa ego e molda o pijama...

E quem diria que ao comprar um pijama ele lhe caberia tão bem quanto você mesmo? A mesma coisa acontece com as meias, com a vida, com as pessoas...
Tudo tem um propósito. A compra "no escuro", pois você conhece o seu próprio corpo, lhe cabe tão bem quanto a pessoa que vive ao seu lado. O processo de adaptação é desconhecido, mas você sabe que se adaptará pelos mesmos motivos de sempre: ele lhe cabe como o seu velho pijama.
As pessoas estão dispostas a fazer de tudo para caberem na sociedade atual, passada e futura, mas esquecem de "se caberem" primeiro em si. Não adianta se adaptar ao Mundo sendo que o princípio de todo é a auto-adaptação.

Seria ousadia demais se auto-adaptar hoje em dia? Num Mundo em que todos tem de ser moldados como soldados de chumbo, aguentar mudanças bruscas de temperatura humana sem nenhum auto-conhecimento? Eu diria que se moldar é a coisa mais fácil e básica pelo menos para mim! Há uma relação íntima entre você e seu ego que são duas coisas completamente distintas. O "você" é uma pessoa adaptável, maleável a qualquer tipo de situação, portanto, moldável. Agora seu ego é o seu particular, o seu Mundo, as suas regras e o seu próprio conhecimento sobre as pessoas. Baseio isso pela minha pessoa, o meu 'você' sempre está adaptável a tudo, sempre está sorrindo, mesmo com o ego em outro lugar. Ego é que nem madeira, você vai arrancá-la de seu princípio, processá-la e transformar o cru em arte, mas a essência de madeira está lá. O que antes era cru, a árvore, agora é arte.

Com tudo que tenho dito, afirmo: Ego é arte. É aquele seu velho pijama furado que lhe traz confiança, paz e algumas lembranças boas. A essência de pijama está lá, mas ela já foi trabalhada pra aprender a ser outras coisas apenas sendo um mero pijama furado.

E ainda falaram pra mim que tudo isso era só ilusão da minha cabeça.
Acho que está faltando um pouco de ego nas pessoas.

Sobre a aparência de uma alma lavada sempre há os arranhões de uma tranquila caminhada.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Ultimamente eu ando escrevendo muito pouco por aqui, seja por falta de tempo ou até mesmo por falta de criatividade.
O meu processo criativo é doloroso, acho que nunca foi animado o suficiente pra poder postar todos os dias! Eu demoro, eu escrevo, eu leio de novo, eu

Sobre as surpresas da vida e desabafo de um escritor confuso.

Ah, como eu queria que o meu relógio desse uma volta para podermos esbarrar novamente. Sentir o teu corpo quente sobre o meu, ouvir a sua voz mansa entrelaçando meus cabelos.
Pela cama, sentir o toque do seu perfume, nadar em tudo que permite ser, em tudo que seja você

e só depois disso eu peço que me iluda, aceite meu convite e faça com que todas as palavras que disse se tornem apenas aquele mero sonho bobo de adolescente. Que você jogue palavras e promessas ao vento como pequenas cinzas de uma fogueira fria numa noite de inverno, por favor, faça tudo isso e mais um pouco.

Pra mim, tortura não passa disso, pensar numa coisa qu poderia dar certo e nunca vai dar. Ficar criando ilusões de um relacionamento perfeito, de uma vida perfeita, de um ambiente que nunca poderia sequer acontecer. Eu já imaginei certos tipos de relacionamento, me iludi com um beijo, com uma deitada na cama, com uma entonação diferente e até mesmo um olhar diferente.
A vida é cheia de decepções, cheia de altos e baixos e é por isso que eu amo viver intensamente, amo viver. A vida lhe proporciona situações que não são esperadas em seu cotidiano. Não tem regras e muito menos condiz com a moral.

Ah, como eu queria que meu relógio desse uma volta...

NOTA:
Esse texto estava incompleto por meses, todos os dias eu entrava no blog pra poder pensar em uma coisa nova pra escrever e ele estava na parte dos 'rascunhos' e eu não tinha a mínima ideia do que fazer com ele, foi uma época bem conturbada da minha vida, me iludi bastante, tive esperanças, depositei a minha fé numa pessoa e tudo isso foi por água a baixo. O mini texto do começo eu escrevi há muito tempo e não sabia o que fazer com ele, toda vez que eu lia me dava um aperto no coração, uma vontade mesmo de voltar ao passado e tentar fazer tudo diferente, jogar as coisas pro alto e tentar buscar a felicidade nos braços de uma pessoa que nem sequer deve lembrar do gosto da minha boca como eu lembro do cheiro do perfume. Tentei por meses completar esse texto, mas sinto que até esse exato momento, de terminá-lo e depois postá-lo, ele ainda está incompleto, falta muita coisa ainda para deixar ele completinho, muitos pensamentos, muitas intrigas e muita tristeza, mas eu decidi deixar só a ilusão e o amor tomar conta dele, do jeito que está me faz muito bem, me da um ar de satisfação interior. 
Afinal, tudo não passou de lágrimas e cervejas abertas.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Sobre sexo, frio na barriga e um pouco mais da minha vida...

Toda vez que um homem chega perto de você sempre dá aquele frio na barriga e tentamos eternizá-lo até o último minuto, mas seria o homem que faz essa sensação ou é mais uma das nossas loucuras internas?
Eu já não sei o que pensar, pois toda vez que conheço uma pessoa nova vem aquela sensação de timidez - mesmo essa característica não pertencendo ao meu eu. Acho que temos uma certa insegurança de fazer feio no primeiro momento, mas depois descobrimos que a pessoa que está do seu lado também pensa conforme a dança. Tudo tem de ser levado na base da experiência, mesmo já enfrentando isso há anos, cada pessoa tem seu jeito de lidar, seu momento, seus vícios, seu jeito. As vezes basta uma vírgula fora do lugar pra você se sentir mais leve, mais calmo e confiante com o seu parceiro.

Porém, se o sexo não rolar? Não rolou, oras.
Não há a necessidade de rolar sexo toda vez que você se encontra pela primeira vez, isso acaba virando um vício que pode comprometer seus próximos relacionamentos. Não estou dizendo pra você não trepar no primeiro encontro e barrar todos os momentos de tesão momentâneo! Faça o que der na cabeça, mas se você sentir que essa pessoa é a certa para embarcar num relacionamento deixa o sexo pro segundo encontro no máximo!

Eu sempre faço na primeira vez
nunca se sabe quando você vai ver a pessoa
ou se ela está realmente interessada em você

segunda-feira, 8 de julho de 2013

sobre a confusão textual dada às minhas palavras

E a vontade de mudar não passa.
Depois de 12 horas deitado em minha cama, acordando e dormindo nesse ritmo frenético, descubro que me falta vontade para poder mudar certas coisas em minha vida. Não acho que me tornei egoísta apenas pelo simples fato de pensar em mim SEMPRE, mas apenas estou me colocando em primeiro lugar, tendo amor próprio! Nessas férias estou pensando em mudar meu estilo de vida, vou planejar tudo ao meu redor e vou poder mudar o que está me fazendo mal. Cansei dessa rotina, vou fazer yoga, trabalhar, academia, tirar o cnh (finalmente) e o mais importante de tudo: vou ser feliz.

Sei que para muitos que estão lendo esse texto não faz sentido.

Estou apenas exercitando o amor próprio nele.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Somente sobre saudade com Clarice

“Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida. Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades. Sinto saudades de amigos que nunca mais vi, de pessoas com quem não mais falei ou cruzei. Sinto saudades da minha infância, do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro, do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser. Sinto saudades do presente, que não aproveitei de todo, lembrando do passado e apostando no futuro. Sinto saudades do futuro, que se idealizado, provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser. Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei! De quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer. Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito! Daqueles que não tiveram como me dizer adeus; de gente que passou na calçada contrária da minha vida e que só enxerguei de vislumbre. Sinto saudades de coisas que tive e de outras que não tive mas quis muito ter. Sinto saudades de coisas que nem sei se existiram. Sinto saudades de coisas sérias, de coisas hilariantes, de casos, de experiências. Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer. Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar. Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar. Sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar, sem curtir na totalidade. Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que… não sei onde… para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi… Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades em japonês, em russo, em italiano, em inglês… mas que minha saudade, por eu ter nascido no Brasil, só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota. Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria, espontaneamente quando estamos desesperados… para contar dinheiro… fazer amor… declarar sentimentos fortes… seja lá em que lugar do mundo estejamos. Eu acredito que um simples “I miss you” ou seja lá como possamos traduzir saudade em outra língua, nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha. Talvez não exprima corretamente a imensa falta que sentimos de coisas ou pessoas queridas. E é por isso que eu tenho mais saudades. Porque encontrei uma palavra para usar todas as vezes em que sinto este aperto no peito, meio nostálgico, meio gostoso, mas que funciona melhor do que um sinal vital quando se quer falar de vida e de sentimentos. Ela é a prova inequívoca de que somos sensíveis. De que amamos muito o que tivemos e lamentamos as coisas boas que perdemos ao longo da nossa existência.”

Sim. Esse texto fez parecer que toda essa tarde vazia teve um momento único e claro de sanidade.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sobre o garoto que... Ah, escutem e pronto.

Vou fazer um post diferente do que venho fazendo. Postarei músicas que eu venho ouvindo ao longo do mês de janeiro. Algumas são novidades, mas a maioria tem um 'Q' no passado, vamos a elas:

Monarchy feat. Dita Von Teese - Disintegration

Venho falar que essa música está na minha playlist a pouco tempo, mas estou ouvindo sem parar. O clipe em sim já é uma coisa muito bonita de se ver! Dita Von Teese está espetacular nele! As melhores partes são as caras e bocas dela, o 'orgasmo' ao ser chupada por um pernilongo e o strip aos engravatados!
É um clipe/música q vale a pena ver/ouvir e se jogar no quarto/balada! Recomendo!!!


Taylor Swift - I Knew Your Were Trouble

Esse clipe é D E M A I S! Para mim, ouvir a Taylor cantar com batidas eletrônicas ao fundo é pura poesia! O clipe então nem se fala, as melhores partes são as confusões que o suposto namorado da Taylor entra! Puro bapho! 


Lana Del Rey - Ride

Não poderia deixar de lado essa magnífica obra prima da senhorita Del Rey né? Na verdade é até estranho falar de uma música que fala muito sobre a minha própria pessoa, ao ouví-la fecho meus olhos e entro em outro Mundo. Tentei descrever a minha sensação, mas foi sem êxito!


Lana Del Rey - Bel Air

Continuando com a Miss Del Rey, solto a misteriosa Bel Air... Tão misteriosa que... Ah, deixo que vocês apreciem os olhares misteriosos da protagonista!



Kerli - The Lucky One

Vou fechar essa lista com 'The Lucky One' da fofíssima Kerli, que no último dia 25 esteve na capital paulista para fazer um pocket show! Aliás, ela é super do povo, andou nas ruas de SP com sua best Mari Moon, tirou foto e autografou o material dos fãs que eram menores de idade, pois o PS dela foi feito no Grand Metropole, em que foi feita a festa I <3 SP. Enfim, ouçam por si só! Kerli disse que a música foi feita para um amigo diagnosticado com câncer na fase terminal. Letra/clipe/música MARAVILHOSOS!



Deixo aqui para vocês um pouco do meu gosto musical, claro eu sou bem mais eclético que isso, posso posta sobre outros estilos, mas um post como esse pode demorar muito para aparecer no  'Higienizando'.
xoxo

domingo, 20 de janeiro de 2013

2013: Autêntico e Confuso.

Estive aqui pensando e descobri que não apostei nenhuma ficha para 2013.

Sabe, ano de faculdade, cidade nova, novas amizades, bons ventos estão por vir!!!
Mas me preocupo muito de como irão rolar essas pedras, acho que batalhei muito para criar uma visão autêntica em São Paulo que posso acabar me contradizendo nessa nova etapa da minha vida. Ser autêntico ainda está, e sempre estará, em meus planos, mas o que leva o ser humano a retirar sua autenticidade do bolso e mostrá-la para o Mundo? Reconhecimento? Dinheiro? Sucesso? Acho que eu não sei essa resposta ainda.
Para certas pessoas há certos modos de agir, não dá para ser 100% você 24 horas por dia, as vezes você cai em perdição e acaba deslizando no amargo e doce devaneio da vida, fazendo então com que tudo que você batalhou - vulgo autenticidade - pode ser jogada no lixo em questão de segundos.
Não digo a vocês para não serem autênticos, mas pelo meno tentem ser ao máximo, pois não dá para seguir uma vida regrada em seus embasamentos, pois, ou você se fode ou é fodido.

Eu começo com minha preocupações sobre 2013 e termino com autenticidade.
Confuso?
Pois então atingi o que eu queria...

Nada é tão autêntico quanto a confusão dentro de sua própria cabeça.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Só mais um texto de uma vida que era fácil


Está sendo muito difícil ultimamente, minha vida inteira parece estar passando em um flash em todos os segundos do dia e isso me incomoda. Não tanto, mas incomoda.
Estou sentindo falta da minha liberdade, das minhas coisas, do meu canto. Estou sentindo falta das pessoas que deixei, dos calçados que comprei, dos abraços que dei e deixei de dar. Dos amores não correspondidos, dos filhos da puta que não xinguei, dos caras que fiquei e deixei de ficar, dos foras que não dei e um dia hei de dar.
Na verdade, sinto falta até das lágrimas que um dia vou derramar, pois hoje está me faltando tudo e esse tudo que vos digo é o meu interior. Tá doendo, machucando, não há linha que costure, tá afundando, acabando com a minha vida.
Minha cabeça gira, meus erros me matam, não há aprendizados, estou caindo num poço e ele não parece ter fim.
Pode parecer brincadeira, um clichê barato, você pode ler isso e cuspir na tela do seu computador, mas para mim tudo isso parece ser tão real quanto Sucker Punch. Sim, eu me invento, reinvento e faço minha própria história. Hoje pode parecer que ela esteja de cabeça para baixo, claro, já tive dias melhores, mas hoje eu me sinto assim: impreenchível.


e roda ao contrário.

Pois tudo roda

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Sobre o menino que teve um bloqueio.

Já não sei, acho que estou sem ficando sem imaginação para poder escrever. Era tão fácil ligar o notebook e digitar a vontade sem nenhuma interrupção em minha memória ou então bloqueios de produção.
Sinto que só consigo escrever quando acontece alguma coisa de ruim em minha vida, quando entro em momentos de tristezas, quando acho que encontro alguém certo, quando brigo com pessoas que amo.
Preciso mudar esse meu jeito explosivo de ser, de só poder escrever quando acontece esses 'booms' em minha vida.
Preciso achar um jeito de desbloquear todas as minhas emoções e sair o mais rápido possível dessa página, de poder correr os meus dedos sobre o teclado do notebook e sair um enorme texto baseado na minha cabeça.
Pode ser que seja o tempo, está com cara de que vai chover hoje, mas ainda faz calor. Muito calor. Pode ser que seja a roupa que estou usando, acho que está muito clara e jovial para esse acontecimento banal, mas ainda pode ser o meu perfume que troquei faz uma semana... Pode ser qualquer coisa. Qualquer coisa.

Ainda digo que pode ser a vida, pode ter sido você.
Já não sei, acho que estou sem ficando

Sobre o menino que amadureceu.

Enfim, vamos aos fatos:

Sentado na mesa da minha querida mãe estou aqui pensando no meu futuro - que ainda é incerto, pode se dizer - estou quase dizendo que Campinas é sim uma ótima opção para mim! Há horas que eu penso em abandonar tudo o que vivi em SP para tentar dar uma chance para mim mesmo de poder reconquistar certos valores, coisas que acabei perdendo com o tempo que passei sozinho estudando e trabalhando o meu interior.
Posso dizer que já fui bem melhor do que isso tudo, mas sinto que foi uma ótima passagem para amadurecer e me tornar o que sou hoje e agora depois de certos acontecimentos da noite passada eu posso dizer que a minha vida está começando a rumar de um jeito que eu não imaginava! Isso me deixa feliz. Muito feliz.

E quem diria que uma simples conversa ali, umas risadas aqui e uns desabafos acolá poderiam resultar nisso tudo? Posso até estar sonhando - como muitas vezes aconteceu, lembra das 12 horas?

Mas espero nunca acordar