quarta-feira, 23 de abril de 2014

Sobre os antigos óculos, superação e uma fortaleza...

Acabei de colocar os meus antigos óculos. Acabei de retornar a 2011 e comecei a enxergar aquele garotinho de 17 anos tentando rumar a sua vida ao além. Nunca me vi tão forte que nem naquela época; um garoto tão realizado que poderia arrancar qualquer prêmio de meia tigela de algumas pessoas bem dotadas.

O problema é que esse garotinho se perdeu.  Perdeu-se em meio de tantos devaneios. Foi assim que começo a minha jornada até esse ponto: começo, meio, meio, meio e ainda sem nenhum fim. Claro, não quero ter um fim agora; há muita coisa a se viver ainda. O meu grande problema é o emocional. Por fora ainda ando dando sorrisos tortos e alegres as pessoas contagiando a todos que estão ao meu redor. A única coisa que eu preciso mesmo é de um apoio de uma pessoa que me diga aonde rumar. Uma bússola humana.
E por acaso: se uma criança chorar, vou ouvi-la? Ou apenas a deixarei em prantos?
Já chega, deixarei ela em prantos, pois não vou mais deixar que esse choro seja mais alto que a minha força de vontade; não vai ser mais alto do que a minha vontade de viver, de prosperar, de me ter.

E digo ainda mais: se um leão rugir; não vou dar as costas. Irei com garras e dentes. Hoje eu posso garantir que as mudanças só chegam se você for atrás delas e é disso que estou digitando/pensando/falando: vou vencer nesse meio. Fui pego nele e nele vou me reviver. Não adianta ficar para trás. Não adianta ficar falando contra às paredes e murmurando planos sem pé e sem cabeça. Vamos ao que interessa: a vida.

E eu nunca me vi tão forte.

créditos à London Grammar, que me fez chorar, cair, levantar e sorrir. Obrigado por esse empurrão, querida amiga.

Nenhum comentário:

Postar um comentário